sábado, 6 de agosto de 2016

Cantei para a lua

Cantarei para a lua, a mais linda poesia 
Chamava-te, para acompanhares ao luar 
No violino tocava as notas que não sabia 
Escolhia a letra mais linda para te cantar 
.
Cantei sozinha, sem nada da musica saber 
Ao toque do violino as lágrimas escorriam 
Emoções, lembranças... saudades de te ver 
Sussurro para ti as poesias que já existiam
.
Nesta serenata feita à lua... confessei amar 
A flor mais linda que existe no meu pensar 
Que me acolhe e acarinha a qualquer hora
.
Sou a letra, a melodia do nosso anoitecer 
Sou desejo onde tudo nos pode acontecer 
Sou lua que te ama em coração que chora. 
Cidália Ferreira
http://coisasdeumavida172.blogspot.com.br/

Obrigada por sua visita!
 Seu comentário é muito importante para mim.
 Até onde posso, vou deixando o melhor de mim...
 se alguém não viu, foi porque não me sentiu com o coração.

8 comentários :

Toninho disse...

Que lindo e maravilhoso canto.
Uma inspiração acelerada digna de aplausos.
Bela partilha da arte da Cidália.

Um bom domingo querida amiga e que a
nova semana lhe seja proveitosa.
Cuide bem da saúde.
Meu carinhoso abraço.
Bjs de paz amiga.

brisonmattos disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Cidália Ferreira disse...

É sempre uma Surpresa chegar aqui e encontrar algo meu. Que felicidade. Muito obrigada!

Beijo e bom Domingo

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Ailime disse...

Bom dia minha querida Afilhada,
Como tem passado, amiga?
Estive fora e durante a semana andei orientando as minhas coisas e estou regressando aos blogues aos pouquinhos.
Gostei muito deste poema da Cidália, embora um pouco triste.
Vamos manter sempre viva a esperança nos nossos corações.
Beijinhos de luz e paz com o meu carinho e amizade, sempre.
Ailime

emanuel moura disse...

Querida afilhada muito linda a sua partilha ,neste dia de Domingo deixo-lhe um lindo poema ,desejando-lhe um maravilhoso dia com muita paz e amor querida afilhada ,beijinhos no seu lindo coração.

Para Ti

Foi para ti
que desfolhei a chuva
para ti soltei o perfume da terra
toquei no nada
e para ti foi tudo

Para ti criei todas as palavras
e todas me faltaram
no minuto em que talhei
o sabor do sempre

Para ti dei voz
às minhas mãos
abri os gomos do tempo
assaltei o mundo
e pensei que tudo estava em nós
nesse doce engano
de tudo sermos donos
sem nada termos
simplesmente porque era de noite
e não dormíamos
eu descia em teu peito
para me procurar
e antes que a escuridão
nos cingisse a cintura
ficávamos nos olhos
vivendo de um só
amando de uma só vida

Mia Couto, in "Raiz de Orvalho e Outros Poemas"

Graça Pires disse...

Um lindo poema de Cidália Ferreira. Bem ao seu estilo. Beijos às duas.

CHARO disse...

Un bonito poema, tienes mucho gusto en su elección.Besicos

Ana Freire disse...

Um poema muito bonito, repleto de emoções!
Gostei imenso!
Bjs para ambas!
Ana

 
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