segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Obrigada por sua visita! Seu comentário é muito importante para mim.

Hoje minha postagem é em homenagem aos 70 anos dos pracinhas brasileiros.
Na segunda Guerra Mundial.
Vale lembrar em quase dez anos essa é a única vez ,
que faço uma postagem tão diferente.
Hoje 70 anos depois deixo aqui registrado.
Que ,...mesmo na guerra podemos encontrar o grande amor
da nossa vida.
Leiam e se emocione com o amor de João  Iole.
È emocionante para mim que sou de descendente de Italianos.
E Portugueses .
Mas , sou filha do Brasil.
Meu orgulho é ser Brasileira..
Linda História de Amor.
De João Pedro e Iole,,

                                                                                 
Sete décadas atrás, soldados brasileiros começavam a sua saga na Itália
Em 16 de julho de 1944, primeiro contingente da Força Expedicionária Brasileira (FEB) desembarcava em Nápoles

Em 2 de julho de 1944, 5.090 pracinhas iniciaram a viagem a bordo do navio de transporte americano General Mann
Foto: Ver Descrição / Reprodução
Há sete décadas, a bordo do navio General Mann, mais de 5 mil brasileiros desembarcavam em Nápoles,
 onde sentiriam na pele o horror do maior conflito bélico da história.
 Chefiado pelo general Zenóbio da Costa,
 o primeiro escalão da Força Expedicionária Brasileira (FEB) partiu em 2 de julho de 1944 do Rio de Janeiro,
 então capital federal, em direção a uma Europa já devastada por quase cinco anos de guerra.
Dos mais de 25 mil soldados da FEB, 465 morreram em combate e foram enterrados no cemitério de Pistoia,
 na Itália. Outros cerca de 3 mil ficaram feridos. Em 1960, os restos mortais dos combatentes foram
 transferidos para o Monumento Nacional aos Mortos da II Guerra Mundial, no Rio.
 As cinzas de um dos mortos permaneceram, simbolicamente, em Pistoia.
II GUERRA MUNDIAL
Ex-pracinha e italiana se conheceram durante a 2ª Guerra Mundial
João Pedro e Iole estão casados há quase sete décadas.


Em julho de 1945, o governo brasileiro realizou uma festa de recepção aos combatentes,
 no Cassino da Urca, no Rio. Entre os convidados estava o cantor Vicente Celestino,
 que entre goles de uísque e champanhe deliciava-se com as histórias de heroísmo reveladas pelos pracinhas.
 Até que um relato, que nada tinha a ver com bravura ou abnegação no campo de batalha, lhe chamou a atenção.

Entre lágrimas, o atirador de elite João Pedro Paz, de 23 anos, contava ter deixado na Itália o grande amor de sua vida.
 Ele e Iole, então com apenas 17 anos, conheceram-se em um baile vespertino,
 em um local chamado Cinema Garibaldi, na localidade de Pescia, em março de 1945.

João estava de folga e decidira ir à cidade em busca de diversão, na companhia de dois companheiros de farda. 
Assim que a orquestra iniciou a execução de Moonlight Serenade, de Glenn Miller,
 os olhares dos dois se cruzaram, e João tirou-a para dançar. 
Foi o início de um namoro avassalador, que só seria interrompido no retorno da FEB ao Brasil.
 Antes do embarque, mesmo acreditando ser impossível trazer Iole ao Brasil,
 João prometeu buscá-la para que ambos pudessem casar-se.

– Não nos entendíamos com as palavras, mas apenas com o olhar – lembra Iole.

– Pensava que nunca mais iria vê-la. A despedida foi uma coisa muito triste,
 comovente – conta João, hoje com 92 anos

. Três meses após a volta ao Brasil, o pracinha recebeu uma carta de Iole,
 que contava estar grávida. A história causaria comoção na cidade,
 a ponto de um jornalista da extinta Folha da Tarde iniciar uma
 campanha para arrecadar fundos e bancar a vinda de Iole.

Os dois casaram-se por procuração – ele, em Porto Alegre, ela,
 em Pescia. Meses depois, Iole chegou ao Brasil para viver o seu grande amor,
 que já dura sete décadas. O filho Pedrinho, 
que tinha apenas três meses quando atravessou o Atlântico com a mãe, morreu aos 12 anos. 
Além dele, o casal ainda teve outra filha, Ana Maria.

Avestruz brasileira sobrevoou os céus europeus

Criado em 1943, o 1º Grupo de Aviação de Caça incluía 22 pilotos e mais de 300 militares que atuavam em terra
Foto: Ver Descrição / Ver Descrição
A participação brasileira na II Guerra não ficou restrita às suas forças terrestres. 
Comandados pelo major-aviador Nero Moura, cerca de 400 homens da Força Aérea Brasileira.

 (FAB) tiveram atuação marcante nas batalhas ocorridas nas terras e nos céus italianos.


Uma Homenagem Ao Amor.
João e Iole.
Até Hoje Junto e Felizes.

Mingau Dado Pelos Pracinhas
Do Brasil Na Itália.



25 comentários :

Augusto Sperchi disse...

Oi Evanir! Como está?
Adorei a postagem. Ela resgata uma bela história de amor, forjada em tempos difíceis, mas que sobreviveu ao tempo por puro amor. Parabéns a João e Iole e a você por eternizar este belo romance.
Abraço!

Edumanes disse...

Guerras para recordar,
no presente em guerra se viver
se no futuro não piorar
infelizmente, guerras sempre irão haver.

Penso falta não fazer,
mas o homem é teimoso
sem guerras melhor se viver
neste mundo maravilhoso!

Boa semana para você minha afilhada Evanir, um beijo.
Eduardo.

Carmen Lúcia.Prazer de Escrever disse...

Linda postagem Evanir e sabe que mamãe falava que um tio dela brasileiro,foi para a Itália nessa época lutar.
Lindo o romance de Iole e João.
bjs amiga
Carmen Lúcia.

Kasioles disse...

A veces, para comprenderse no son necesarias demasiadas palabras, cuando hay amor, las miradas parece que hablan por si solas.
Prueba de ello es que, cuando la flecha de Cupido llega al corazón, no hay distancias para el amor.
¡Felicitaciones para los dos!
Cariños y un fuerte abrazo.
Kasioles

emanuel moura disse...

Sao estes lindos momentos que vemos como a vida e bela demais apesar dos pesares ,o amor tudo vence ,um lindo momento para ler e reler com toda a doçura e ternura ,querida afilhada desejo-lhe uma semana muito feliz com muito amor e paz no coraçao com ajuda de Deus ,muitos beijinhos

Wanderley Elian Lima disse...

Olá amiga Evanir
Além de ser uma linda estória de amor, é uma grande aula de história.
Bjux

NeusaMarilda_Lavienrose disse...

Evanir...muito bonita essa história de amor. O encontro de almas gemeas em meio a turbulento e triste momento. Desejo tudo de bom a vc. e ao casal homenageado. Bj.

MARILENE disse...

Evanir, que belo! Um amor de tantos anos merece homenagens. Uma pena terem perdido o primeiro filho, tão novinho.Tempos difíceis e uma longa distância, mas venceram tudo. Bjs.

Guaraciaba Perides disse...

Interessante postagem...bela história de amor que sempre vence acima dos interesses dos poderosos...muitos casais perpetuaram a vida e uniram-se na paz. parabéns ao lindo casal, exemplo de amor verdadeiro.
Um abraço

LUCONI MARCIA MARIA disse...

Olha eu aqui de novo, estou com saudades desta minha grande amiga, hoje vim e me apaixonei pela história deste pracinha brasileiro, como ele, quantos não tiveram suas histórias de amor interrompidas e não tiveram a mesma sorte, linda história, obrigada querida amiga pelo compartilhamento, bjos Luconi

Mirtes Stolze. disse...

Boa noite minha amiga querida Evanir.
Que linda historia, o amor é algo que nem a Guerra é capaz de destruir. Que pena que esse casal enfrentou uma perda de um filho. Espero que estejas bem.
Uma linda semana com muita saúde.
Beijos.

Arlete Mourige disse...

Que linda história de amor,Evanir.Um grande amorque venceu a distância eo tempo.Muito lindo.Beijo

CHARO disse...

Preciosa historia Evanir.Besicos

Smareis disse...

Oi Evanir!

Uma bela linda história de amor.
Parabéns pela postagem!
Bjs e ótima semana!

Enrico zio disse...

Molto interessante questa tua emozionante pagina di storia.
Onore ai caduti!
Buona giornata, ti abbraccio
enrico

Simone Felic disse...

Que linda história de amor e mais ainda de saber que é tudo verdade , foi real.
beijinhos querida~.

http://eueminhasplantinhas.blogspot.com.br/

Nilson Barcelli disse...

As guerras têm sempre histórias de amor incríveis.
E ainda bem que a união deles se materializou para toda a vida.
Tem uma boa semana, querida amiga Evanir.
Beijo.

Ailime disse...

Olá minha amiga e linda Afilhada Evanir, que historia mais linda e emocionante!
Fiquei comovida!
No meio de acontecimentos terríveis o amor surge e vence como no caso deste desse casal maravilhoso que ainda vive!
Muito obrigada por partilhar!
Beijinhos de luz e paz no seu coração.
Desejo-lhe uma noite tranquila.
Ailime

Alexandra Abarca disse...

Espero que pases una linda semana, cuídate mucho.
Un fuerte abrazo.

Beatriz Paulistana disse...

Boa noite amiga Evanir!
História linda! Sabe não curto muito histórias sobre guerra, mais essa é especial e me emocionou.
Espero que esteja tudo ótimo por aí. ..por aqui estamos todos bem graças a Deus!
Que Ele continue nos abençoando sempre! ♡
Bjokas da Bia! ♡

Algodão Tão Doce disse...

O que nos faz amigos é essa capacidade de sermos muitos, mesmo quando somos dois.
Pe. Fábio de Melo
Obrigada querida pela amizade carinhosa!
Um doce abraço, Marie.

Vera Lúcia disse...


Olá Evanir,

Linda a história de amor de João Pedro e Iole. Histórias de amor, com desenlaces infelizes, são muito comuns em período de guerra. Ainda bem que para João e Iole foi possível viver esse amor, que superou várias dificuldades, inclusive a perda precoce do filho.
Linda e válida homenagem aos 70 anos dos pracinhas brasileiros. Gostei muito de ler.

Belos e felizes dias.

Beijo.

International Directory Blogspot disse...

Boa noite Evenir!
I muito obrigado pela sua visita amigável ao meu site!
É verdade que nós sabemos agora por alguns anos.
Espero que sua saúde é boa, e para os conjuntos de sua família.
Eu vi em seu site que você tinha colocado os crachás de "diretório"
Como você fez o roteiro para esta animação?
Estou fortemente interessado no roteiro
te vejo em breve
amigável da França
Chris

Pedro Luis López Pérez (PL.LP) disse...

Me he encantado este Post lleno de Amor en una época plena de incertidumbres y rudezas.
Una Historia, como la Vida misma, en la que el Amor es el absoluto protagonista.
Espero que tengas una buena Semana. Siempre es un placer pasear por tu blog y leer cosas tan bonitas.
Abraços e Beijos.

Gracita disse...

Boa noite amada afilhada.
Estou comovida com esta encantadora história. O amor verdadeiro vence todos os obstáculos porque é um sentimento sublime. Esses dois corações enamorados se comunicaram usando a linguagem corporal e conseguiram vencer as barreiras da oralidade e juntos aprenderam a linguagem do amor. Parabéns pela belíssima postagem.
Afilhada querida, só hoje estou podendo deixar um comentário aqui como você e toda a blogosfera sabe eu não tenho mais blog mas eu assumi a administração de um blog educativo e é através dele que estou novamente neste mundo virtual. Para nós isso não teve importância porque nos falamos todos os dias pelo telefone mas eu sempre gostei de deixar a minha opinião em suas fabulosas postagens; Deixo meu agradecimento pela oportunidade de ler e comentar uma história tão comovente.
Um beijo super carinhoso da dinda que te ama muitoooooo
Gracita

 
TOPO
©2007 Elke di Barros Por Templates e Acessorios